skate

sábado, 17 de setembro de 2011

tony hawk show

show de Tony Hawk no coração de Nova Iorque


Tony Hawk escolheu uma maneira inusitada para comemorar o primeiro evento de surf na costa leste norte-americana. O skatista saiu em uma tour em um ônibus gigante que percorreu grande parte da costa, deste Miami até Nova Iorque.
A viagem não foi uma viagem qualquer, durante 12 dias Tony acompanhou a rota do furacão, teve que mudar seu trajeto na Carolina do Norte, local mais afetado pelo furacão Irene para finalmente chegar em Nova Iorque na última sexta-feira.
A chegada de Tony em Nova Iorque foi marcada por uma demo para milhares de pessoas no Pier 54, nas margens do rio Hudson, um símbolo da cidade.
A primavera Nova Iorquina trouxe ventos fortes que atrapalharam as pretensões de Tony de realizar ao lado dos seus amigos Sandro Dias e Mitchie Brusco um festival triplo de 900°. Mas mesmo sob vento forte, a rampa de Tony, uma estrutura móvel orçada em 1 milhão de dólares, esteve lotada de nomes de peso do skate vert mundial, como Sandro Dias que aproveitou a festa para comemorar por lá o seu sexto título mundial e Elliot Sloan, Mitchie Brusco, Jesse Fritsch, Neal Hendrix e o veterano Kevin Staab.
Após a demonstração os skatistas de street Austin Gillette e Aaron Jaws ainda brincaram no Half de Tony Hawk.Tony Hawk em Nova Iorque
Tony Hawk em Nova IorqueFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Publico assistindo a jam de Tony Hawk
Público assistindo a jam de Tony HawkFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Publico assistindo a jam
Publico assistindo a jamFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Skatistas no Tony Hawk Vert Jam
Skatistas no Tony Hawk Vert JamFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Tony Hawk em Nova Iorque
Austin Gillette e Aaron Jaws são skatistas de rua, mas brincaram no halfpipe após a apresentaçãoFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Doubles no Tony Hawk Vert Jam
Doubles no Tony Hawk Vert JamFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Tony Hawk na sessão de autógrafos
Tony Hawk na sessão de autógrafosFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Pier 54 nas margens do rio Hudson em Nova Iorque
Pier 54 nas margens do rio Hudson em Nova IorqueFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Tony Hawk em Nova Iorque
Elliot Sloan em Nova IorqueFoto: Sidney Arakaki/ESPN
Tony Hawk Vert Jam em Nova Iorque
Tony Hawk Vert Jam em Nova IorqueFoto: Quiksilver
Tony Hawk em Nova Iorque
Tony Hawk em Nova IorqueFoto: Quiksilver
Tony Hawk em Nova Iorque
Tony Hawk em Nova IorqueFoto: Quiksilver
Sandro Dias no Tony Hawk Vert Jam em Nova Iorque
Sandro Dias no Tony Hawk Vert Jam em Nova IorqueFoto: Quiksilver
Doubles no Tony Hawk Vert Jam
Doubles no Tony Hawk Vert JamFoto: QuiksilverSandro Dias, backside flip indy grab
Sandro Dias, backside flip indy grabFoto: Sidney Arakaki/ESPN                                                       

sexta-feira, 22 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

skate


                                             A VIDA DE UM SKATISTA SOBRE RODAS


 "Vida de um skatista sobre Rodas", que estreia no País nesta sexta-feira, é, a princípio, um documentário sobre skate no Brasil. Mas, no fundo, é uma ação entre amigos na qual o diretor, Daniel Baccaro, reúne uma turma de skatistas famosos que trocam lembranças e impressões sobre suas vidas, carreiras e o esporte.
O filme é uma celebração tanto do esporte quanto das figuras de Bob Burnquist, Sandro Dias, Lincoln Ueda e Cristiano Mateus - nomes de ponta do skate nacional que começaram na década de 1980. E alguns continuam até hoje com fama internacional.
Para os não-iniciados, o filme tem um esquema bastante explicativo para mostrar quem é cada um dos rapazes, sua importância no cenário nacional e internacional e o desenrolar de sua carreira. Mas "Vida sobre Rodas" é mesmo para skatistas - as imagens são mais interessantes, boa parte do tempo, do que as entrevistas. São manobras - do passado e do presente - que colorem a tela.
As entrevistas - que além do quarteto traz esportistas renomados, como Christian Hosoi, Lance Mountain e Tony Hawk -, muitas vezes têm um tom memorialista, com os protagonistas revirando seu baú de memórias de um tempo em que andar de skate era uma mistura de transgressão e ato político.
Baccaro, no entanto, concentra-se no skate como uma prática esportiva, tocando superficialmente na manifestação cultural, política ou forma de expressão pessoal. O filme lembra momentos como o da proibição de se andar de skate em São Paulo, determinada em 1988 pelo então prefeito Jânio Quadros. Praticar o esporte se transformou em mais do que um ato de rebeldia.
São momentos como esse no documentário que trazem densidade e mais interesse para quem não é skatista. Assim como quando Baccaro investe nas histórias pessoais dos praticantes. Muitas das imagens vieram do arquivo pessoal de Ueda, Dias e do extinto programa de televisão "Grito da Rua".
Quando o filme investe num tom intimista - a relação de amizade entre os rapazes, os laços familiares - finalmente aumenta o seu escopo e sai do gueto esportivo. É o que há de melhor no longa.
Evitando temas mais polêmicos - como drogas, por exemplo - "Vida sobre Rodas" passa longe de fazer um raio-X do movimento skatista na década de 1980 no Brasil, mas isso também não parece ser o objetivo de Baccaro. Nesse sentido, uma pesquisa na internet pode ser até mais elucidativa, mas não se terá o mesmo prazer de saborear algumas histórias narradas por seus protagonistas.

segunda-feira, 4 de julho de 2011